segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Paraná recebe investimentos de R$ 198 milhões em rodovias


O oeste do estado do Paraná ganhará nos próximos cinco anos investimentos de R$ 198 milhões nas rodovias BR-163 (dois subtrechos), BR-272 e BR-467, que cortam a região. A iniciativa é resultado de licitação - em Regime Diferenciado de Contratação (RDC) realizada em Curitiba (PR) - e faz parte da segunda etapa do Contrato de Recuperação e Manutenção de Rodovias (CREMA 2). “Este certame foi um excelente resultado para a administração pública”, afirmou o coordenador de Licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Arthur Luís Pinho de Lima.


A licitação, no último dia 18, contou com nove propostas para o Lote 7 do CREMA 2, que inclui as seguintes rodovias e subtrechos: BR-163 (Marmelândia / Cascavel), BR-163 (Toledo / Marechal Cândido Rondon), BR-272 (Francisco Alves / Guaíra) e BR-467 (Toledo / Cascavel), totalizando 202,9km. No Paraná, o programa irá recuperar 1.355,2km. O evento foi presidido por Rolando Marreta, chefe de Engenharia do DNIT/PR. Além de Arthur Luís Lima, estiveram presentes o auditor do Tribunal de Contas (TCU/PR), Luiz Alexandre Reis, e a analista da Controladoria Geral da União, Thereza Lyra.

Obras - No edital de licitação estão previstas melhorias mais amplas, como no trecho de 71,5 quilômetros da BR-163 entre Cascavel e Marmelândia, que terá sua capacidade viária aumentada com a implantação de terceiras faixas nas subidas do Rio Iguaçu, nos dois sentidos (Norte e Sul).

A BR-467 entre Cascavel e Toledo terá obras na pista de rolamento com eliminação de irregularidades. O mesmo ocorrerá na BR-163 entre Toledo e Marechal Cândido Rondon. Entre Guaíra e Francisco Alves, na BR-272, as intervenções serão realizadas em pontos localizados. O programa fará a renovação da sinalização, vertical e horizontal, nas rodovias, e a aplicação de tachas refletivas e remoção de placas fora do padrão DNIT.

Criado em meados da década de 1990, o CREMA tem o objetivo de reparar os defeitos e realizar trabalhos de conservação das rodovias por meio de contratação de empresa de engenharia. As vencedoras das licitações deverão realizar obras como a substituição da camada asfáltica e melhorias nos acostamentos por um tempo determinado.

Fonte: Ministério dos Transportes

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