O oeste do estado do
Paraná ganhará nos próximos cinco anos investimentos de R$ 198 milhões nas
rodovias BR-163 (dois subtrechos), BR-272 e BR-467, que cortam a região. A
iniciativa é resultado de licitação - em Regime Diferenciado de Contratação (RDC) realizada em
Curitiba (PR) - e faz parte da segunda etapa do Contrato de Recuperação e
Manutenção de Rodovias (CREMA 2). “Este certame foi um excelente resultado para
a administração pública”, afirmou o coordenador de Licitações do Departamento
Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Arthur Luís Pinho de Lima.
A licitação, no último dia 18, contou com nove propostas
para o Lote 7 do CREMA 2, que inclui as seguintes rodovias e subtrechos: BR-163
(Marmelândia / Cascavel), BR-163 (Toledo / Marechal Cândido Rondon), BR-272
(Francisco Alves / Guaíra) e BR-467 (Toledo / Cascavel), totalizando 202,9km.
No Paraná, o programa irá recuperar 1.355,2km. O evento foi presidido por
Rolando Marreta, chefe de Engenharia do DNIT/PR. Além de Arthur Luís Lima,
estiveram presentes o auditor do Tribunal de Contas (TCU/PR), Luiz Alexandre
Reis, e a analista da Controladoria Geral da União, Thereza Lyra.
Obras - No edital de licitação estão previstas melhorias
mais amplas, como no trecho de 71,5
quilômetros da
BR-163 entre Cascavel e Marmelândia, que terá sua capacidade viária aumentada com
a implantação de terceiras faixas nas subidas do Rio Iguaçu, nos dois sentidos
(Norte e Sul).
A BR-467 entre Cascavel e Toledo terá obras na pista de
rolamento com eliminação de irregularidades. O mesmo ocorrerá na BR-163 entre
Toledo e Marechal Cândido Rondon. Entre Guaíra e Francisco Alves, na BR-272, as
intervenções serão realizadas em pontos localizados. O programa fará a
renovação da sinalização, vertical e horizontal, nas rodovias, e a aplicação de
tachas refletivas e remoção de placas fora do padrão DNIT.
Criado em meados da década de 1990, o CREMA tem o
objetivo de reparar os defeitos e realizar trabalhos de conservação das
rodovias por meio de contratação de empresa de engenharia. As vencedoras das
licitações deverão realizar obras como a substituição da camada asfáltica e
melhorias nos acostamentos por um tempo determinado.
Fonte: Ministério dos Transportes
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