quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Líder do governo diz que votação de veto mostrará quem defende o trabalhador


Para o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), a votação desta noite no Congresso trata de “um tema central em que cada deputado ou senador mostra de que lado ele se coloca, dos trabalhadores ou daqueles que têm melhores oportunidades econômicas e, consequentemente, uma vida melhor”.

O fim da multa 10% sobre o valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) - Projeto de Lei Complementar (PLP) 200/12 - foi aprovado pelo Congresso, mas vetado pela presidente Dilma Rousseff. Neste momento, os parlamentares decidem se mantêm ou derrubam o veto. Constam ainda da pauta vetos a outras seis propostas.

Ainda de acordo com Chinaglia, “ninguém pode questionar” o projeto enviado hoje pelo Executivo ao Congresso (PLP 328/13), uma vez que destina os recursos arrecadados com a multa sobre o valor do FGTS, nas demissões sem justa causa, ao programa Minha Casa, Minha Vida. “Esse programa tem uma dimensão inimaginável para os mais pobres. Os que atacam o governo se escondem atrás de discurso ideológico de quinta categoria para esconder o lado em que estão, dos mais ricos”, afirmou.

O projeto do governo determina ainda que, caso o trabalhador demitido sem justa causa não participa do Minha Casa, Minha Vida, poderá sacar o dinheiro no momento da aposentadoria.

Fonte: Câmara dos Deputados Federais


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