Foto: AP
Uma corte britânica aprovou nesta quinta-feira a extradição do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, para a Suécia, onde ele está sendo acusado de crimes sexuais.
Advogados de Assange argumentavam que ele não obteria um julgamento justo na Suécia. Assange irritou os Estados Unidos ao divulgar na Internet milhares de despachos diplomáticos secretos do Departamento de Estado
A sentença do magistrado ainda não é definitiva para o caso, já que os advogados de Assange anunciaram sua intenção de esgotar todos os recursos para evitar a extradição de seu cliente, o que pode extender o processo por meses. "Vamos apelar", afirmou Geoffrey Robertson durante a audiência. O recurso será apresentado perante a Alta Corte de Londres, a instância superior.
Assange nega ter cometido as agressões sexuais denunciadas por duas mulheres suecas, pelas quais até agora não foi formalmente acusado, embora admita ter mantido relações consentidas com ambas durante uma visita ao país escandinavo em agosto passado.
Advogados de Assange argumentavam que ele não obteria um julgamento justo na Suécia. Assange irritou os Estados Unidos ao divulgar na Internet milhares de despachos diplomáticos secretos do Departamento de Estado
A sentença do magistrado ainda não é definitiva para o caso, já que os advogados de Assange anunciaram sua intenção de esgotar todos os recursos para evitar a extradição de seu cliente, o que pode extender o processo por meses. "Vamos apelar", afirmou Geoffrey Robertson durante a audiência. O recurso será apresentado perante a Alta Corte de Londres, a instância superior.
Assange nega ter cometido as agressões sexuais denunciadas por duas mulheres suecas, pelas quais até agora não foi formalmente acusado, embora admita ter mantido relações consentidas com ambas durante uma visita ao país escandinavo em agosto passado.
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