O vereador Josias Lech (PT) poderia ter evitado um desgaste – desnecessário – no final da 41ª Sessão da Câmara de Campinas. Ele presidia a Sessão, pois o vereador Pedro Serafim Junior (PDT) ausentou-se do plenário. Josias, observando que o número de vereadores era insuficiente para prosseguir com a Sessão, derrubou-a por falta de quorum. O último inscrito, vereador Valdir Terrazan (PSDB), solicitou um pedido conhecido por “questão de ordem ou pela ordem”, manobra que antecede e interfere no andamento dos trabalhos da mesa da Câmara. Começou ai o problema.
Houve um momento em que Terrazan precisou explicar para Lech, que insistia em verificar o quorum, que seu pedido impedia a contagem até que pudesse fazer uso da “questão de ordem”.
Ambos começaram a tentar utilizar de “manobras regimentais. JAté que Lech cedeu. Ele queria impedir o prosseguimento da Sessão, porque é um bom escoteiro. A oposição se revezou durante quase 3 horas atacando o governo Hélio. Ninguém da base governista, nem Lech e nem o líder do prefeito Hélio, Francisco Selin (PDT), subiram a tribuna para defender o prefeito.
Terrazan se valeu de conhecimento sobre o regimento. Ele conseguiu com sua manobra registrar que era o último a falar, expôs uma relação que não anda boa entre os vereadores da base governista e da oposição e mostrou a intolerância de Lech.
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